O Conselho Regional de Engenharia e Agronomia (CREA-PE) deu 10 dias para que o condomínio onde fica o edifício Príncipe de Vivar, interditado pelo desabamento da marquise no fim da manhã desta segunda-feira (26), apresente a documentação técnica da edificação localizada no bairro do Espinheiro, na Zona Norte do Recife – incluindo avaliações estruturais anteriores. Além do prazo, a fiscalização do Conselho vai verificar a regularidade e a habilitação dos profissionais então contratados.
Após a definição pelo condomínio de um engenheiro calculista habilitado, um novo laudo para avaliação da estrutura será emitido, e a Defesa Civil do Recife só permitirá que os moradores do edifício retornem com a garantia do atestado de estabilidade. Enquanto isso, tanto o prédio permanecerá interditado quanto a Rua Nicarágua, próximo a Avenida Agamenon Magalhães.
O caso também é investigado pela Polícia Civil de Pernambuco, por meio da Delegacia do Espinheiro. Durante a operação, nesta segunda-feira (26), o Corpo de Bombeiro atuou no local com sete viaturas operacionais. No entanto, não houve necessidade de resgate. Apesar do desabamento ter obstruído a área de entrada e saída do edifício Príncipe de Vivar, a evacuação dos 34 moradores que estavam no local no momento do acidente ocorreu pela portaria do edifício ao lado.


