Presidente da EPTI entrega cargo após repercussão de mensagens com teor racistas e misóginos

O presidente da Empresa Pernambucana de Transporte Coletivo Intermunicipal (EPTI), Yuri Coriliano, pediu demissão do cargo nesta sexta-feira (30), após a repercussão de e-mails com teor racista e misógino atribuídos a ele, escritos em 2012. As mensagens, divulgadas pela imprensa, geraram forte reação negativa e levaram o gestor a optar pelo afastamento. Em nota, Coriliano […]
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O presidente da Empresa Pernambucana de Transporte Coletivo Intermunicipal (EPTI), Yuri Coriliano, pediu demissão do cargo nesta sexta-feira (30), após a repercussão de e-mails com teor racista e misógino atribuídos a ele, escritos em 2012.

As mensagens, divulgadas pela imprensa, geraram forte reação negativa e levaram o gestor a optar pelo afastamento. Em nota, Coriliano reconheceu o erro, afirmou que as declarações não refletem seus valores pessoais nem profissionais e pediu desculpas por qualquer interpretação ou impacto causado.

Segundo ele, a decisão de deixar a presidência da EPTI foi tomada como forma de preservar a instituição, o governo e o regular funcionamento da administração pública, evitando que questões de natureza individual provoquem ruídos ou desgastes adicionais.

O agora ex-presidente da empresa também reiterou respeito ao Governo de Pernambuco, à governadora Raquel Lyra, aos servidores públicos e à sociedade pernambucana.

Na íntegra, Coriliano afirmou:

“Apresentei, nesta sexta-feira, 30, meu pedido de exoneração do cargo de presidente da Empresa Pernambucana de Transporte Coletivo Intermunicipal (EPTI).

As frases divulgadas hoje na imprensa não deveriam ter sido ditas e não refletem meus valores, minha trajetória pessoal nem profissional. Reconheço o erro e peço desculpas por qualquer interpretação ou impacto causado.

Minha vida e minha atuação sempre foram pautadas pelo respeito às pessoas e pela rejeição a qualquer forma de preconceito, valores que fazem parte da minha formação pessoal, familiar e profissional.

Entendo que, neste momento, a decisão de deixar o cargo é a medida mais responsável para preservar a instituição, o governo e o regular funcionamento da administração pública, evitando que questões de natureza individual produzam ruídos indevidos.

Reitero meu respeito ao Governo de Pernambuco, à governadora Raquel Lyra, aos servidores públicos e à sociedade pernambucana.”

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