Opinião | Conhecereis a verdade, e a verdade vos libertará

Por Fabiano Andrade – Economista, Mestre em Psicanálise, Especialista em Neurociência e Especialista em Politica, Estratégia, Defesa e Segurança Pública – ADESG Jornalista DRT 8085 PE Falar de Anderson Ferreira é falar de coerência. Um homem de família, bem casado, bom filho, bom Pai, sem histórico de escândalos, que construiu sua trajetória política sustentado por […]
Por:

Por Fabiano Andrade – Economista, Mestre em Psicanálise, Especialista em Neurociência e Especialista em Politica, Estratégia, Defesa e Segurança Pública – ADESG Jornalista DRT 8085 PE

Falar de Anderson Ferreira é falar de coerência. Um homem de família, bem casado, bom filho, bom Pai, sem histórico de escândalos, que construiu sua trajetória política sustentado por princípios claros e inegociáveis.

Em um período em que o Brasil vivia sob o governo de Dilma Rousseff, e quando grande parte da classe política orbitava em torno do PT, em meio à farra das emendas e aos sucessivos escândalos de corrupção, Anderson já dava, em Pernambuco, os primeiros passos para impulsionar a direita com o Projeto LIBERTADOR firmemente direcionado à defesa da família, da liberdade e dos valores cristãos.

Enquanto muitos que hoje se autodenominam “direita” sequer estavam no front, Anderson enfrentava o sistema sem bravatas e sem busca por holofotes. Nunca apresentou um projeto que desviasse da sua ideologia. Combateu o PT com firmeza e, junto a outros parlamentares, participou ativamente do processo político que culminou no impeachment de Dilma. Naquele momento decisivo, não havia oportunismo, havia posicionamento.

Um fato pouco lembrado é que, antes mesmo dos grandes movimentos de rua ganharem força nacional, Anderson já mobilizava cristãos por meio do projeto Libertador, unindo igrejas de diferentes denominações em torno da pauta da liberdade. Quando poucos levantavam essa bandeira no Brasil, ele já ecoava esse grito em Pernambuco, sem necessidade de holofotes, sem culto à personalidade, sem vaidade ou idolatria, elementos tão combatidos pelos próprios valores cristãos que ele sempre defendeu.

A pergunta que ecoa é inevitável: onde estavam aqueles que hoje se dizem direitistas, mas migram para partidos que apoiam Luiz Inácio Lula da Silva, ou integram siglas cuja direção nacional compõe base do Governo Lula? Os valores são negociáveis? Se existe outro partido de direita em Pernambuco, por que não permanecem nele?

A cada dia, a direita pernambucana amadurece. Está mais crítica, mais consciente, mais atenta aos que usam o discurso conservador como trampolim pessoal. O tempo revela quem constrói projeto coletivo e quem constrói projeto individual.

Criou-se também a narrativa de que Anderson teria apoiado Marília Arraes contra João Campos na disputa municipal. Mas estratégia política não é paixão, é cálculo. Em um cenário onde a máquina estadual estava alinhada com Paulo Câmara e a família Campos já exercia poder há mais de 16 anos, a pergunta estratégica é: qual adversário seria mais viável de enfrentar e neutralizar no médio prazo?

A direita pernambucana nunca votou no “menos ruim” para sobreviver e crescer estrategicamente?

O verdadeiro problema não é o debate interno, é o assassinato de reputações. É a tentativa constante de desnutrir a direita por dentro, atacando aqueles que permaneceram coerentes enquanto outros migravam conforme a conveniência.

Pernambuco vive um momento decisivo. A direita não pode mais “enxugar gelo”. Precisa fortalecer quem tem história, coerência e trajetória. Hoje há um time mais preparado, mais estruturado e mais unido do que nunca.

Anderson sempre esteve com Bolsonaro, agora está com Flávio Bolsonaro e foi apontado como o candidato do partido do presidente Bolsonaro, em acordo estratégico entre entre Valdemar da costa neto e o Flávio Bolsonaro, como sendo o candidato a Senado por Pernambuco. E isso é fato!

Acorda, Pernambuco. A batalha não é por vaidade, é por valores. E valores não se negociam, se defendem.

Mais Lidas