Brasil atinge 140 casos confirmados de Mpox em 2026

O Ministério da Saúde atualizou, nesta segunda-feira (9), os dados epidemiológicos da Mpox no Brasil, confirmando um total de 140 casos desde o início de 2026. Embora o número de diagnósticos venha crescendo mensalmente, com 68 casos em janeiro e 70 em fevereiro, não houve registro de mortes pela doença neste ano. Além das confirmações, […]

O Ministério da Saúde atualizou, nesta segunda-feira (9), os dados epidemiológicos da Mpox no Brasil, confirmando um total de 140 casos desde o início de 2026. Embora o número de diagnósticos venha crescendo mensalmente, com 68 casos em janeiro e 70 em fevereiro, não houve registro de mortes pela doença neste ano. Além das confirmações, as autoridades monitoram 539 casos suspeitos e 9 prováveis em todo o território nacional.

A distribuição geográfica mostra que a região Sudeste concentra a maioria das notificações. São Paulo é o estado com maior incidência, registrando 93 casos, seguido pelo Rio de Janeiro (18) e Rondônia (11). O perfil epidemiológico indica que a maioria dos infectados (77%) são homens, e a faixa etária predominante está entre 30 e 39 anos.

A Mpox é uma doença viral zoonótica (transmitida de animais para humanos ou entre pessoas) que causa sintomas semelhantes aos da varíola humana, porém com menor letalidade. A transmissão ocorre principalmente pelo contato direto com lesões de pele, fluidos corporais ou materiais contaminados (como roupas e lençóis) de pessoas infectadas.

Fique atento aos principais sintomas:

Erupções cutâneas: Feridas ou bolhas que podem aparecer no rosto, mãos, pés, genitais ou outras partes do corpo;
Linfonodos inchados: Conhecidos popularmente como “ínguas”;
Sintomas sistêmicos: Febre, dores de cabeça, dores musculares, calafrios e fraqueza intensa.
Recomendação: Caso apresente sintomas compatíveis, a orientação é procurar imediatamente uma unidade de saúde, usar máscara e evitar o contato físico com outras pessoas até que o diagnóstico seja descartado.

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