Prefeitos estabelecem teto de R$ 350 mil para cachês artísticos em Pernambuco

A definicição ocorreu durante assembleia da Associação Municipalista de Pernambuco (Amupe), nesta terça-feira (17)

Os municípios pernambucanos estabeleceram um teto para pagamento de cachês a artistas em eventos realizados pelas cidades, como Carnaval e São João. Durante assembleia da Associação Municipalista de Pernambuco (Amupe), nesta terça-feira (17), os prefeitos decidiram que o valor não pode passar de R$ 350 mil.

Segundo a Amupe, a decisão leva em consideração os resultados da pesquisa realizada pela associação, que contou com a participação de 81% dos municípios. Entre as 149 cidades participantes, 96% defenderam a necessidade de padronização dos valores dos cachês artísticos.

Entre as sugestões apresentadas, os valores mais citados ficaram entre R$ 300 mil e R$ 400 mil, o que levou os prefeitos a adotarem o teto de R$ 350 mil como um ponto de equilíbrio. Ainda segundo a associação, uma nota técnica conjunta com mais orientações sobre o tema será divulgada sobre o tema.

A medida também contou com a colaboração ativa do Tribunal de Contas de Pernambuco (TCE-PE) e do Ministério Público de Pernambuco (MPPE), órgãos que se destacam pelo incentivo à transparência por parte dos gestores quanto aos ciclos culturais do estado.

Após a definição, foi feita a cerimônia de passagem do cargo de presidente da Amupe pelo ex-prefeito de Paudalho, Marcelo Gouveia (Podemos), para o prefeito de Aliança, Pedro Freitas (PP).

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