NOVA DIRETRIZ PARA RASTREAMENTO DO CÂNCER COLORRETAL PODE SER IMPLEMENTADA AO SUS

O objetivo é detectar lesões pré-cancerosas ou câncer em estágio inicial, aumentando as chances de cura e reduzindo mortalidade.

Especialistas elaboraram uma diretriz para rastreamento do câncer colorretal, com parecer favorável da Comissão Nacional de Incorporação de Tecnologias (Conitec) no SUS, que passará por consulta pública antes da decisão final do Ministério da Saúde. A proposta recomenda que pessoas de 50 a 75 anos, sem fatores de risco, façam teste de sangue oculto nas fezes a cada dois anos, e, se positivo, sejam encaminhadas para colonoscopia. O objetivo é detectar lesões pré-cancerosas ou câncer em estágio inicial, aumentando as chances de cura e reduzindo mortalidade.

O programa será implementado de forma escalonada no Sistema Único de Saúde (SUS), para absorver a demanda sem prejudicar atendimentos urgentes. Estudos indicam que a doença tem alta mortalidade por ser frequentemente diagnosticada tardiamente, e o rastreamento organizado pode reduzir novos casos e mortes.

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