Dani Portela destaca estratégia do PT para 2026

A deputada estadual Dani Portela afirmou, nesta sexta-feira (13), que o Partido dos Trabalhadores prepara uma estratégia ampla para as eleições de 2026, com o objetivo de ampliar bancadas, garantir a reeleição de aliados e fortalecer o campo político do presidente Luiz Inácio Lula da Silva. Recém-filiada à legenda, Dani disse que o partido trabalha […]

A deputada estadual Dani Portela afirmou, nesta sexta-feira (13), que o Partido dos Trabalhadores prepara uma estratégia ampla para as eleições de 2026, com o objetivo de ampliar bancadas, garantir a reeleição de aliados e fortalecer o campo político do presidente Luiz Inácio Lula da Silva.

Recém-filiada à legenda, Dani disse que o partido trabalha para consolidar alianças e ampliar a presença no Congresso Nacional e na Assembleia Legislativa de Pernambuco. Segundo ela, uma das prioridades é a reeleição do senador Humberto Costa.

“O PT vem com a porta de João, com a federação, com possibilidade de ampliar. Nós vamos ter mais vagas no Congresso Nacional, eleger senadores do campo de Lula, que é nossa prioridade, mas também ampliar a bancada federal”, afirmou.

A parlamentar destacou que o partido prepara uma chapa competitiva para a Câmara dos Deputados. Entre os nomes citados por Dani estão o deputado federal Carlos Veras, que deve disputar a reeleição, além da vereadora Karen Santos, da deputada estadual Rosa Amorim e da vereadora Liana Cirne.

“Uma chapa que promete. O grupo de trabalho eleitoral está discutindo outros nomes, inclusive de ex-parlamentares que querem voltar”, disse.

Na disputa pela Assembleia Legislativa de Pernambuco, Dani afirmou que a prioridade será garantir a reeleição de parlamentares do partido, como ela própria, além dos deputados estaduais João Paulo e Doriel Barros.

Segundo a deputada, a legenda também deve apresentar novas lideranças para a disputa estadual, incluindo representantes do Sertão e de movimentos sociais.

“O PT vai chegar com uma chapa muito forte, não disputando apenas uma eleição, mas disputando o futuro das nossas vidas e a manutenção da democracia”, concluiu.

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