A divulgação da mais recente pesquisa do Instituto de Pesquisas Sociais, Políticas e Econômicas (IPESPE), em parceria com a Folha de Pernambuco, acendeu um sinal de alerta entre lideranças conservadoras do Estado. Entre elas está o pré-candidato ao Senado Federal, pastor Wellington Carneiro, aliado político do senador Flávio Bolsonaro, que demonstrou preocupação com a falta de unidade da direita pernambucana para as eleições de 2026.
Segundo Wellington, os números revelam um cenário que exige reflexão e diálogo entre os diversos grupos conservadores. Para ele, a fragmentação das forças de direita pode dificultar a construção de um projeto competitivo para o Senado Federal. “Confira a divergência de resultados que os institutos de pesquisa revelam! Vejo com preocupação a falta de união da direita em Pernambuco. Temos lideranças importantes, bons quadros e um eleitorado conservador expressivo, mas ainda falta convergência em torno de um projeto comum para o Estado”, afirmou.
A preocupação do pré-candidato surge em meio aos resultados da pesquisa que apontam a ex-deputada federal Marília Arraes na liderança das intenções de voto para o Senado, seguida pelo senador Humberto Costa. Na avaliação de Wellington, o cenário reforça a necessidade de articulação entre os setores conservadores. “O eleitor de direita quer se sentir representado. Quando existem muitas candidaturas disputando o mesmo espaço político, quem ganha são os adversários que já possuem uma base consolidada. Precisamos construir pontes e pensar em Pernambuco acima dos interesses individuais”, destacou.
Wellington também ressaltou que o momento exige maturidade política e diálogo permanente entre lideranças conservadoras, movimentos de direita e representantes da sociedade civil. “Não se trata apenas de uma eleição. Estamos falando da representação de Pernambuco no Senado pelos próximos anos. É preciso responsabilidade para que os valores defendidos pela maioria conservadora do nosso Estado tenham voz e força em Brasília”, declarou.


